The Voice Portugal
Rita Laranjeira, de apenas 15 anos, deixa mentores rendidos (Vídeo)

Nacional

Rita Laranjeira deu que falar na prova cega da noite de domingo (11), do programa The Voice, RTP.

Ter, 13/10/2020 - 07:00

Rita Laranjeira deu que falar na prova cega da noite de domingo (11), do programa The Voice, RTP. Assim que começou a cantar a versão de "Skinny Love" na 3ª ronda das Provas Cegas, deixou os mentores rendidos. Diogo Piçarra foi o primeiro a virar a cadeira assim que ouviu as primeiras palavras da letra e depressa viraram todos. A vontade de ter a concorrente na equipa foi tanta, que a Aurea nem hesitou e... bloqueou Diogo Piçarra.

Nas imagens emitidas pela RTP é possível ver Marisa Liz, segundos antes de Aurea carregar no botão bloquear Diogo Piçarra, dizer «Aurea bloqueia». A cantora assim fez, e levou o cantor a levantar-se da cadeira e a atirar com o casaco ao chão. Rita Larajeira ficou de boca aberta e a plateia do programa vibrou com todo o momento.

Rita, que acabou por escolher Aurea, surpreendeu também por ter apenas 15 anos. «Estava indecisa entre a Aurea e a Marisa e como a Marisa me mandou escolher com o coração, optei pela Aurea», explicou a jovem em entrevista a Tânia Ribas de Oliveira, em A Nossa Tarde, desta segunda-feira, 12.

«Eu estava tão focada a cantar que quando eles viravam a cadeira nem dei conta. A minha família depois é que me disse a ordem dos mentores. Só me lembrava do Diogo porque foi o primeiro e eu comecei logo a cantar para ele», conta.

A jovem nasceu a 3 de março de 2005, fez ginástica acrobática durante muitos anos (dos 6 aos 12), mas uma lesão levou-a a ter de abandonar essa paixão. Foi a partir daí que se dedicou à música e se tornou numa estrela. Acabou o ensino básico e entrou agora no secundário para seguir depois para a academia militar e formar-se em alguma coisa na área criminal ou psicologia.

Em entrevista a Tânia Ribas de Oliveira, Rita Laranjeira assume que se vê a viver da música e que se imagina daqui a 10 anos... a representar Portugal novamente. «Daqui a dez anos imagino-me a já ter ido a mais uma Eurovisão, com originais meus, a fazer concertos. Quero sair um bocado da caixa, não quero estar só em Portugal porque sinto que o meu coração não é só de Portugal, mas sim do mundo. E acredito que consigo passar a mensagem a muita gente e que as pessoas eventualmente vão gostar de mim». A jovem assumiu que ainda está a procurar o tipo de música em que quer trabalhar: «Agora estou numa de descobrir tudo, de experimentar tudo, todos os tipos de música, para finalmente definir o que quero trabalhar, o que quero levar para a frente, e criar uma carreira com isso. Neste momento estou num ‘medley’, a cantar músicas que não têm nada a ver umas com as outras».

Texto: Ana Lúcia Sousa; 

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