Carlos Sousa
“Vivo uma relação muito diferente de todas as que já vivi”

Famosos

O piloto namora
há um ano com Victoria Castillo e explica
que o facto de a namorada
ser colombiana facilita o relacionamento

Sex, 05/09/2014 - 00:00

O piloto de todo-o-terreno está há cerca de um ano com a modelo Victoria Castillo. Para além de ser colombiana, a manequim tem menos 20 anos que Carlos Sousa, mas isso não os chateia. Afinal, a cultura da Colômbia não é tão crítica como a nossa, facto que o fez ficar “mais desinibido e desavergonhado”. A VIP esteve com o casal na casa que tem em Vilamoura.

VIP – O Carlos mora aqui no Algarve.
Carlos Sousa –
Moro cá uma parte do ano e a outra passo-a viajar, porque o trabalho a isso obriga. Muitas pessoas relacionam-me apenas com as corridas de carros, mas eu tenho outra atividade, que é o negócio dos barcos. É por isso que estou aqui. Vou a pé para o escritório, que é a cinco minutos daqui. O The Lake era inicialmente a nossa casa de férias e agora é quase a residência oficial. Tenho esta casa quase desde o início da construção e sempre achei este sítio fantástico. Está dentro de Vilamoura mas, quando se entra cá dentro, estamos noutro ambiente. Eu não sei o que é o paraíso, mas isto não anda muito longe. Tem muita qualidade, tem ótimos acessos a tudo e conseguimos estar afastados da confusão de Vilamoura. Os amigos têm a mania de dizer ‘estás no Algarve, estás de férias’. É incrível

O que é que a Victória pensa do nosso País, do Algarve?
Ela gosta muito de vir cá. Não dá para vir sempre. Eu sou talvez a pior pessoa para ter uma relação muito dependente… Estas viagens todas obrigam-me a uma logística e a uma coordenação de casal muito complicada. Já era assim no passado. A maior parte das vezes viajo sozinho, mas quando estou num sítio por períodos mais alargados, ela está comigo. Agora, estamos aqui durante três meses. No inverno, ninguém sai da Colômbia para vir para Portugal, só mesmo eu por necessidade.

Como é que foi a sua adaptação à Colômbia?
Acho que é um país de grandes oportunidades. Eu estive em Angola, e noutros mercados, a tentar estabelecer a nossa empresa, conheço muitos países, mas precisava de um mercado que andasse em contra círculo. Cá, no inverno, o negócio tem quebras enormes e eu sentia-me mal por não ter um ponto que equilibrasse a balança. Então, procurei mercados cujo clima fosse ao contrário do nosso. O mais complicado foi a minha adaptação à comida. Mas adoro as pessoas, tenho lá muitos e bons amigos.

Conheceu a Victoria através de amigos numa visita a Bogotá. O que é lhe chamou a atenção nela?
Nós estávamos com um grupo de amigos e eu até estava interessado noutra amiga, e estava mais na conversa com essa miúda. Mas achei logo a Victoria uma mulher muito bonita. O primeiro impacto foi muito positivo. A Vicky tem feições latinas e isso chamou-me a atenção. No dia a seguir a nos termos conhecido – sem namorarmos, sem nada – ela teve um ataque de ciúmes (risos). Achei graça. Tivemos uma conversa e ficámos mais próximos.

Mudou mais alguma coisa em si por estar com uma pessoa de uma cultura tão diferente?
Sim, hoje sou mais desinibido e mais desenvergonhado. Não sei se é da idade, se é das relações, mas estou muito mais esclarecido. Isto libertou- -me porque nós somos muito carregados de barreiras, somos tabelados. Agora rompi com esses preconceitos todos.

Têm uma grande diferença de idades. Sente alguma crítica, nessa matéria?
Lá essa questão não provoca celeuma. Cá, sim. Mas eu passo tão pouco tempo em Portugal que isso passa-me completamente ao lado. Hoje, o que me fixa em Portugal são os meus filhos e alguma atividade profissional. Mas tendo os meus filhos cá, Portugal é o meu País. E é fantástico, embora muitas vezes não lhe demos importância.

Estando tanto tempo fora, como é a relação com os seus filhos?
Eles estiveram comigo no Natal e, por vezes, na Semana Santa também vão lá e adoram. A Sofia tem agora seis e o Diogo 16 anos [filhos do casamento de 26 anos que viveu com Filomena Bom de Sousa]. O meu filho esteve aqui comigo uma semana e a Sofia vem agora. São miúdos felizes, que gostam de estar com o pai e com a mãe, e que estão bem com os dois.

E como é a relação deles com a Victoria?
Difícil por causa da língua, mas está a melhorar todos os dias.

Comunicação e diálogo é a chave do sucesso da relação?
Sim, eu disse-lhe, logo no início, quais são os meus defeitos e o que é que ela podia esperar. Queria, queria; não queria... paciência.

Texto: Sónia Salgueiro Silva; Fotos: Paula Alveno

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