Vítor Correia
Nega romance com Merche Romero

Nacional

O manequim nega o romance mas confortou-a na dor

Qui, 16/10/2014 - 00:00

A morte de Rodrigo Menezes (o ator faleceu no sábado, dia 4) chocou o País. Em particular as pessoas com quem ele privava. Merche Romero não foi exceção. A manequim foi uma das convidadas da Billabong para o desfile que a marca organizou na praia de Carcavelos, nesse fatídico dia. A apresentadora chegou de cara fechada, sorriso triste, mas fez questão de desfilar. E não o fez sem antes receber um abraço apertado... de Vítor Correia.

“Eu vou recordar sempre o Rodrigo com um sorriso. Foi assim que o conheci. Custa muito, é uma perda, vai fazer falta. Faz-me pensar que temos de aproveitar cada segundo da vida, porque ela é uma passagem. Quanto ao Vítor, não vou falar. Ele passou por lá para me dar um abraço como meu amigo. Ele soube do Rodrigo e é sempre bom saber que as pessoas que gostam de nós nos apoiam. Fico feliz por isso, tenho o coração cheio”, afirma a cara da SIC.

O jovem de 19 anos foi apontado como namorado da espanhola, em junho, depois de, alegadamente, terem passado uma noite juntos numa discoteca lisboeta, a Main. O manequim da Elite, que entretanto participou numa campanha internacional da marca CK One, nega o romance à VIP, depois de Merche ter optado por não falar sobre o assunto. “Somos amigos. Mais nada. Conhecemo-nos através de um amigo em comum e conhecemo-nos... apenas. Sou solteiro e bom rapaz”.

Amizade ou algo mais, a verdade é que Vítor fez questão de passar pela praia de Carcavelos, para dar um abraço apertado à amiga. E nem sequer entrou no recinto do evento. Foi a modelo que foi ter com ele a meio do caminho, longe de olhares mais indiscretos. O manequim explica que no meio da moda é difícil fazer amizades, mas que viver esta vida sem amigos não vale a pena. “Sim, arranjo sempre tempo para os amigos. Quando há vontade, há tempo para tudo. A Merche, e pessoas como ela, passam-me experiências daquilo que eu posso, um dia, vir a ter. Tanto o que é bom como o que é mau”, explica, referindo-se ao início de carreira.

Afinal, o jovem começou neste meio há apenas dois anos. “Foi por acaso. Tinha 17 anos, estava a fazer o Chapitô e um amigo, que estava no concurso do Elite Model Look, falou-me do concurso. Enviei umas fotos para a agência e fiz um casting para manequim porque eles acharam que eu tinha imagem. Sei que não sou o manequim óbvio. Tenho alargadores e cabelo comprido”. E o sonho de fazer uma campanha com a Gisele Bündchen. Embora ressalve: “Ela não é a minha mulher ideal, embora não tenha bem uma mulher ideal. Gosto de morenas, gosto de tatuagens. Gosto de pessoas diferentes”, enumera, sem mencionar o nome da apresentadora.

Vítor Correia ainda não é muito conhecido em Portugal, embora seja já um nome requisitado no estrangeiro. Este ano, por exemplo, falhou a edição da ModaLisboa, que aconteceu no Páteo da Galé, em Lisboa, de 10 a 12 de outubro. “Este ano, não faço parte do ModaLisboa. Será que Portugal dá cada vez menos mérito aos seus manequins?”, escreveu no Facebook. Por isso, disse à VIP que o futuro pode mesmo passar pelo estrangeiro. “Em Portugal não dão muito valor à moda. Estive um mês em Nova Iorque a fazer a campanha da CK One – que me vai acompanhar para sempre – e adorei. Queria ir para lá viver”, garante. Resta saber se a amizade que vive com Merche Romero, e a falta que diz sentir da família – o seu grande pilar –, não o demove da decisão de emigrar.

Texto: Sónia Salgueiro Silva; Fotos: Helena Morais

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