Maria Botelho Moniz
Despede-se dos cabelos compridos e vinga com novo visual | Fotos

Nacional

Maria Botelho Moniz começou a semana com um novo look e os fãs estão rendidos ao novo estilo da apresentadora do “Dois às 10”, da TVI.

Qui, 16/09/2021 - 09:40

Maria Botelho Moniz disse adeus aos cabelos longos e surgiu com um corte tendência, pelos ombros. Nas redes sociais, a parceira televisiva de Cláudio Ramos quis saber a opinião dos amigos e telespectadores do "Dois às 10", da TVI.

“Aprovado?”, questionou. As mensagens não se fizeram esperar. “Sim”, “Aprovadíssimo”, “Lindíssima”, “Sempre bonita”, “Tão gira”, “Fica-te tão bem”, “Fica muito mais bonita”, “Adoro”, “Uau” e “Mais bonita é impossível” são apenas alguns dos exemplos.

Veja o antes e depois na nossa galeria de fotos. 

Cláudio Ramos e Maria Botelho Moniz ‘salvam’ criança doente com oferta

Cláudio Ramos e Maria Botelho Moniz surpreenderam os pais de uma criança com uma doença incurável com a oferta de uma cadeira de rodas personalizada. “De coração apertado” com a história da família que receberam em estúdio, na passada terça-feira, 7 de setembro, os apresentadores do programa “Dois às 10” não hesitaram em abrir os cordões à bolsa com uma surpresa que lhes custará milhares de euros.

Ariel – assim se chama a menina, atualmente com dois anos e meio – sofre de Síndrome de West, “que causa crises de epilepsia e um grande atraso no desenvolvimento motor e intelectual”, segundo a mãe desta, Soraia Moreira. Mas não só. A criança tem também encefalopatia epiléptica, “causada por dois genes” e para a qual “não há cura”. Conclusão: não se senta, não fala e não anda.

O diagnóstico só foi feito cinco meses depois do seu nascimento, quando Ariel teve a primeira crise de epilepsia. “Fomos percebendo que, realmente, a Ariel não fazia as coisas que era suposto um bebé fazer. Os primeiros meses de vida dela, em vez de serem, como se esperavam, um momento de aprendizagem e de felicidade, foram passados entre internamentos e consultas. Até que foi diagnosticada com Síndrome de West. Aí, o nosso mundo começou a desabar”, lamentou a mãe. O pai, Antero Tomaz, foi ainda mais gráfico: “Tiraram-nos o chão”. Para o progenitor, o maior sonho “é ver Ariel a andar e a falar”.

A condição da menina obriga-a a fazer sessões diárias de terapia da fala, terapia ocupacional e fisioterapia. Sem comparticipações do Estado, os pais são ajudados através de donativos, nomeadamente nas redes sociais. Por mês, revelaram os progenitores a Cláudio Ramos e Maria Botelho Moniz, gastam entre mil e 1500 euros só em terapias.

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Texto: Joana Dantas Rebelo com Dúlio Silva, Fotos: redes sociais 

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