Maria Botelho Moniz declara-se a Rui Maria Pêgo
«Somos o centro um do outro»

Nacional

Após ter vivido a maior tragédia da sua vida, ao enfrentar a morte do namorado, Maria Botelho Moniz desenvolveu uma amizade intensa com o filho de Júlia Pinheiro. «Somos como irmãos».

Dom, 20/01/2019 - 18:32

Maria Botelho Moniz esteve este sábado, 19 de janeiro, à conversa com Daniel Oliveira em mais uma emissão do Alta Definição, na SIC. Depois de ultrapassar o momento complicado em que recordou a morte do namorado, Salvador, que perdeu a vida em 2014, Maria falou de uma das pessoas que mais a apoiou na sua «reconstrução» após a perda.

Rui Maria Pêgo e Maria conheceram-se durante a apresentação do Curto Circuito, na SIC Radical. Desde então, são quase «como irmãos», tal como a própria confirma a Daniel Oliveira.

«Eu e o Rui somos como irmãos», afirma Maria, revelando também que «o Rui foi uma peça fundamental na minha reconstrução».

A amizade entre os dois é tão forte que Rui é uma presença quase que diária em casa e na vida de Maria Botelho Moniz.

É o Rui que, nos momentos em que Maria se fecha no seu pequeno mundo, a tira e a faz acreditar na vida que ainda tem pela frente.

«Somos um para o outro o centro um do outro. Vivo muito aqui dentro e às vezes é preciso alguém que diga: ‘Está tudo bem, relaxa’», conta.

Para Maria Botelho Moniz, Rui Maria Pêgo é uma das pessoas mais importantes da sua vida.


Maria Botelho Moniz recorda, em lágrimas, a morte do namorado


Para Maria, o namorado Salvador era o seu «confessionário», era ele quem sabia todos os seus segredos, mas que também a confortava nos momentos mais complicados: «Era ele que me dizia: 'vai ficar tudo bem'», afirma.

Ao recordar a morte do namorado, ocorrida há cinco anos, em 2014, Maria Botelho Moniz revela que o processo de luto «foi mais solitário» uma vez que tinha de «resolver» o significado que a morte deste tinha na sua vida.

«A morte do Salvador é diferente, acho que a minha dor é muito diferente da dor dos amigos dele, dos meus irmãos, dos meus pais, dos pais dele. Esse processo foi mais solitário, eu tinha que resolver o que é que para mim a morte dele significava e o que isso ia mudar em mim e na minha vida, no que tinha projetado», afirma.

Texto: Redação WIN - Conteúdos Digitais; Fotos: Impala e Reprodução Instagram

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