José Castelo Branco
Acaba com direto após ser confrontado com imagens da polémica orgia

Nacional

José Castelo Branco viu-se confrontado com imagens do vídeo polémico que, em 2011, veio a público e o colocou num cenário de orgia durante um direto no Instagram.

Seg, 19/04/2021 - 19:50

José Castelo Branco viu-se confrontado com imagens do vídeo polémico que, em 2011, veio a público e o colocou num cenário de orgia. Tudo aconteceu durante um direto que o marchand d’art realizou no Instagram este domingo, 18 de abril. 

Visivelmente incomodado, José Castelo Branco travou de imediato o direto. Mais tarde, regressou e deixou um “aviso”: “A próxima vez que me aparecer pornografia no meu ‘live’, onde eu costumo ter crianças, porque o meu público vai dos 6 aos 80 anos, [a pessoa] será denunciada às autoridades e eu deixo de fazer lives de vez”.

“Isto tem sido de mais. (…) Se eu quiser ver pornografia, eu alugo filmes, vou à Internet, vou a um cinema de porno, vou ver um show porno. (…) Não admito. Comigo, não dá. Mas agora só tenho tarados? Que nojo é este?”, perguntou ainda o socialite.

Caso tem 10 anos e foi a tribunal

O caso da orgia com um casal de Famalicão tem dez anos e José Castelo Branco afirma ter sido “drogadíssimo”. “Foi um horror aquilo que eu sofri por uma razão: porque eu sei a conduta que eu tenho e as pessoas que me conhecem sabem a conduta que eu tenho! Se eu quisesse ter uma vida dupla, teria essa vida dupla há muitos anos e nunca tive vidas duplas!”, refere. 

“Sempre respeitei a minha mulher [Betty Grafstein], do princípio ao fim! E foram aquelas bestas que se meteram no [hotel] Ritz e que me fizeram o que fizeram… bem, já passou, já perdoei. Foram presos!”, recordou, há dois anos, em entrevista a Manuel Luís Goucha. “O homem foi preso! Sabes o que é que eu disse à juíza? Eu disse: ‘Meretíssima, com toda a dignidade e com todo o respeito que eu tenho por este tribunal, diga-me que orgasmo é que eu tive!? Eu quero ver essa cassete! Já que eu tive um clímax, mostre-me!'”.

O Tribunal de Famalicão, onde o caso foi julgado, aplicou ao arguido, um empresário da terra, uma pena de seis anos e nove meses de cadeia. O Tribunal da Relação do Porto anulou, posteriormente, parte da sentença.

Texto: Ana Filipe Silveira; Fotos: Reprodução Instagram

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