Diana
O lado negro da princesa do povo

Realeza

Depressão, bulimia, mentiras e o lado menos positivo da maternidade: conheça o passado negro da princesa Diana que não é contado nas homenagens, 20 anos depois da morte da Princesa do Povo

Qui, 31/08/2017 - 14:41

Passaram duas décadas da morte de Diana de Gales. O lado solidário da princesa, os aspectos mais positivos da sua personalidade, o sofrimento que atravessou durante o casamento com o príncipe Carlos são, agora, recordados.

No entanto, existem alguns autores que, ao longo destes 20 anos, têm escrito sobre o lado menos conhecido (e mais negro) de Lady Di. São posições polémicas que tentam trazer à tona aspetos menos conhecidos daquela que é, ainda hoje, apelidada de Princesa do Povo.

As mentiras sobre Carlos e Camilla

Aquando o fim do casamento com Carlos, Diana fez questão de falar sobre as traições que sofreu.

A princesa revelou que Carlos e Camilla teriam tido relações sexuais na noite do casamento real, em 1981. De acordo com John Crace, jornalista do The Guardian, isso não aconteceu. “Isso não é verdade. Foi ao almoço. E foi apenas sexo oral”.

Na realidade, conta o jornalista, num artigo publicado como que em defesa da duquesa da Cornualha, Camilla também foi traída pelo primeiro marido, Andrew Parker Bowles, que ter-se-á envolvido com todas as amigas da atual mulher do príncipe Carlos.

As gravações das conversas telefónicas entre Carlos e Camilla, logo após o casamento com Diana, foram publicamente reveladas. Fica até hoje o mistério sobre quem terá querido torná-las públicas. E o nome de Diana surge, inevitavelmente, no topo da lista.

John Crace acompanhou a história de desamor de Carlos e Diana desde o início até ao fim. E afirma agora categoricamente que foi a infidelidade de Diana com James Hewitt que conduziu o príncipe de volta aos braços de Camilla.

Diana, uma mulher ciumenta e insegura

No livro Prince William Born to Be King, a biógrafa real Penny Junor não poupa nas críticas à princesa Diana, descrevendo-a como uma mãe “manipuladora”, com tendência para birras e inveja. Junor recorda mesmo o episódio em que a princesa despediu a ama do príncipe William, Barbara Barnes, por ter ciúmes do elo que esta tinha com o filho.

Quando, em 1995, Diana concede a sua primeira entrevista televisiva a falar de todos os pormenores do seu casamento, foi quase obrigada a avisar o filho da emissão. Aconselhada pelos responsáveis do colégio interno de William, Eton, Diana disse ao filho que ele iria ficar “orgulhoso”. William não ficou. Muito pelo contrário. Assistiu, afiança Penny Junor, à entrevista da mãe com os colegas. Sentiu-se humilhado.

Quando Diana diz, na televisão, para toda uma Nação ouvir, “erámos três no casamento”, terá em algum momento pensado em William e Harry, na altura com 13 e 11 anos respetivamente? Fica a dúvida.

A autora explica também que os problemas de saúde que Diana sofreu – depressão, bulimia – tinham todos origem na mãe. Frances, que perdeu um filho, John, logo à nascença, e atravessou um casamento violento, abandonou os filhos para voltar a casar-se. Quando Frances saiu de casa, Diana tinha apenas seis anos.

“Diana não sabia como ser mãe. Ela perdeu a sua quando era muito nova. E Diana tinha uma uma doença mental séria. A bulimia não se trata apenas de querer emagrecer. É tudo sobre controlo: a única coisa que se consegue controlar é a alimentação”, escreve Penny Junor.

A biógrafa, que já recebeu ameaças de morte por retratar este lado menos querido de Lady Di, adianta que o próprio irmão da princesa reconheceu, no funeral, que Diana sofria de perturbações. “Ela era instável e de convívio difícil”, relata Junor ao Daily Mail

Carlos não traiu Diana, diz biografia

Junor vai mais longe ao afirmar que a história da traição de décadas de carlos com Camilla está mal contada. E que, apesar de sempre terem mantido contacto, só voltaram a ter contato físico depois de Diana ter, efetivamente, traído Carlos (com James Hewitt e com o guarda-costas Barry Mannakee, em 1986).

Mas a autora também não é branda com Carlos. Pressionado pelo pai, o príncipe Filipe, a tomar uma decisão em relação ao casamento, Carlos, na altura com 32 anos, acaba por decidir-se por Diana, 12 anos mais nova. O príncipe, ansioso por agradar aos pais, acabaria por cometer o maior erro da sua vida.

“Ele viveu com um sentimento de falhanço durante vários anos”, explica Junor.

Texto: Raquel Costa | Fotos: Reuters

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