Clube dos 27
A conspiração que já levou mais de 60 artistas

Internacional

O Clube dos 27 está ligado à teoria de que há um número anormalmente alto de músicas que morreram aos 27 anos. Saiba tudo!

Sáb, 28/01/2023 - 21:30

Clube dos 27 é um conceito ligado a uma alegada teoria que afirma que há um número anormalmente alto de músicos que morreram aos 27 anos. Aliás, em homenagem foi lançado em abril de 2021 um albúm produzido por inteligência artificial que sintetizou vozes em canções que eles já não puderam gravar. Chamaram-lhe Lost Tapes of the 27 Club.

Para quem estudou esta crença, e segundo a numerologia, o número 27 significa de facto uma transição para um próximo estágio de vida. Ou seja, se a vida muda de ciclo a cada 9 anos, esta será a terceira fase da vida e, por isso, estamos a uma maior proximidade de Deus. O que os une? São todos jovens, músicos, famosos, ricos e todos morreram aos 27 anos.

Segundo a GQ foi possível, até hoje, contabilizar pelo menos 63 membros. 

Quem são os nomes de destaque do Clube dos 27?

No início da década de 1970 e em apenas 2 anos perderam-se quatro nomes importantes do mundo da música: Brian Jones, Jimi Hendrix, Janis Joplin e Jim Morrison.

Brian Jones, fundador dos Rolling Stones, foi encontrado morto na piscina e a autópsia revelou que sofreu morte acidental. Hendrix morreu de overdose. Joplin também foi encontrada no chão de um hotel, vítima de uma overdose.  Jim Morrison, vocalista dos The Door, foi encontrado na banheira com insuficiência cardíaca. Contudo não foi feita autópsia para revelar se os rumores de uma overdose eram verdadeiros.

 Na segunda vaga e 20 anos depois, o corpo de Mia Zapata, vocalista dos The Gits, foi encontrado nas ruas de Seattle depois de ser violada, agredida e estrangulada. Meses depois seguir-se-ia Kurt Cobain. O guitarrista dos Nirvana tirou a sua própria vida. 17 anos depois morre  Amy Winehouse por consumo abusivo de álcool.

Muitos outros outros nomes se foram sucedendo de diversas nacionalidades e o conceito continua a ser inexplicável.

Texto: Maria Constança Castanheira; Fotos: D.R.

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