Cláudia Lopes
Esclarece frase polémica sobre o marido e o filho: "ninguém limita a minha liberdade"

Nacional

Cláudia Lopes esteve no Dia de Cristina e comentou a frase polémica que disse numa entrevista e que rapidamente se tornou viral: "A pessoa mais importante da minha vida é o meu marido, e depois é o meu filho"

Qua, 02/12/2020 - 19:14

Cláudia Lopes foi alvo de duras críticas após ter confidenciado numa entrevista que a "pessoa mais importante" da sua vida é o marido e, depois, o filho Simão. A jornalista esteve esta quarta-feira, dia 2 de dezembro, no programa "Dia de Cristina", da TVI, para esclarecer tudo. 

“Acho que o amor dos filhos não se compara com nada. Dás a vida por um filho sem pestanejar”, começa por dizer. “Não há ponto de comparação. Mas para eu estar aqui ao teu lado, quem é que foi buscar o me filho à escola?”, acrescenta. 

Em conversa com Cristina Ferreira, Cláudia Lopes recordou, de seguida, a altura em que o filho Simão, agora com seis anos, nasceu prematuro. “Fui a um programa contigo quando o meu filho estava internado, tive um parto com uma criança de 30 semanas. Houve uma pessoa que escreveu uma coisa tão dura como dizer que eu não devia ter tido filhos. Houve muita gente que desejou o meu divórcio (...) Sei que não podes valorizar, mas alguém destilou aquele ódio”, conta, revoltada. 

"Ninguém limita a minha liberdade"

“A minha mãe viu aquilo na crónica social do Você na TV!. É de uma maldade… não há necessidade. Não quero ser a pessoa mais consensual do mudo, mas quando não gosto de alguém não sigo, não vou la achincalhar. As pessoas reconhecem-nos mas não nos conhecem. Não lhes dá direito. Nunca tiveram na nossa privacidade (…) Porque é que é preciso ferir as pessoas?”, lamenta. 

Apesar de toda a polémica, Cláudia Lopes mantém a mesma postura, a de uma mulher direta. “Digo o que eu quiser, ninguém limita a minha liberdade. Magoou-me pelas pessoas que estão à minha volta, só", remata. 

De recordar que Cláudia Lopes perdeu um dos filhos durante uma gravidez gemelar. Os bebés partilhavam a mesma placenta, o que fazia da gestação uma gravidez de alto risco.

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Texto: Joana Dantas Rebelo, Fotos: redes sociais 

 

 

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