Nunca escondeu que adora comer e... cozinhar. Por isso, não hesitou em aceitar o desafio do chef Igor Martinho, e da sua revista de culinária, para um duelo na cozinha. “Correu muito bem. Nós tivemos uma onda muito boa, ele ajudou-me nalgumas coisas, eu atrapalhei-o noutras”, sorri Sofia Ribeiro, enquanto mostra orgulhosa o prato que fez: alho-francês à Brás.

“Este convite só é uma novidade porque é com um cozinheiro, alguém formado na área, com experiência, porque lá em casa, de vez em quando, disputamos quem faz o melhor prato. Por brincadeira”, conta, adiantando: “Se há coisa que eu acho, sem falsas modéstias, é que tenho jeito para a cozinha.” A atriz revela que aprendeu a cozinhar, primeiro, com a mãe, depois com o primeiro trabalho que teve, como assistente de cozinha.

Em entrevista ao Alta Definição, da SIC, Sofia Ribeiro contou que tinha tido uma infância complicada e que, por vezes, comiam “massa com massa, ou arroz com arroz”. “Na altura, cozinhar era uma obrigação. Não dava o valor que dou hoje. Tenho a certeza que o meu gosto de cozinhar vem daí. Depois, comecei a gostar de comer. Se tiver fome, e tiver os ingredientes, seja a que horas for, vou fazer comida”, solta.

Fã de feijoada, de cozido à portuguesa, de cabrito no forno, de comida africana e tailandesa, são poucos os pratos dos quais a atriz não gosta: “Não gosto de açorda, porque comi muita açorda em miúda. É uma coisa fácil de fazer, a base é pão, é acessível. Comi muita e ganhei aversão. Também não gosto de coelho, nem de cabidela, nem de dobrada. De resto, gosto de tudo.” Por isso, é fácil chegar- lhe ao coração. É que Sofia Ribeiro acredita na máxima de que se é conquistado pelo estômago: “Claro! Adoro comer, então, naturalmente, as pessoas que me querem bem, quando cozinham para mim, deixam-me muito feliz, de alma cheia.”

Sem adiantar se foi assim que conquistou Ruben da Cruz, ou se foi conquistada por ele assim, a Mónica da telenovela Mulheres, da TVI, diz apenas que lá em casa “é normal” e “faz parte” cozinharem um para o outro. “Alimentar é uma forma de amor e partilhar é uma das coisas mais bonitas da vida. Se não for para partilhar, não andamos cá a fazer nada”, remata.

Texto: Sónia Salgueiro Silva; Fotos: Nuno Moreira

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