Andreia Leal
Acompanhante de luxo vai ser avó pela primeira vez aos 48 anos

Nacional

Andreia Leal, ex-concorrente da Casa dos Segredos, vai ser avó pela primeira vez aos 48 anos.

Qua, 07/07/2021 - 16:00

Andreia Leal vai saber, pela primeira vez em 48 anos, o que é ser chamada de “avó”. Benedita, a filha mais velha da ex-concorrente da “Casa dos Segredos 1”, está grávida aos 27. E já se sabe o sexo do bebé: vem aí uma menina.

Andreia Leal assume-se acompanhante e revela que o que começou por necessidade tornou-se prazer. A ex-concorrente da “Casa dos Segredos” abriu recentemente o coração à TV 7 Dias e, numa explosiva entrevista, fez relatos impressionantes da sua vida.

TV 7 Dias – Entrou na “Casa dos Segredos” em 2010 com o segredo “Fui acompanhante de luxo”. Na altura, teve muito impacto. Se fosse hoje, acredita que teria outro?

Andreia Leal – Não, seria igualzinho. Passei momentos muito complicados quando saí da “Casa”. Nunca fui maltratada ou apontada, mas fui vista como alguém diferente. Faço questão de ir mostrando e fazer a diferença entre a Vivianna Manccinni (nome artístico) e a Andreia.

Algum tempo depois de sair da Casa foi noticiado que já não era acompanhante de luxo…

Não sei porque saíram essas notícias, nunca deixei esta profissão. Eu optei por ser acompanhante. No início, começou por ser uma imposição da minha vida.

Por que razão?

Eu sempre tive uma vida de princesa, sempre tive os meus pais e avós o mais presentes possível, com luxo, com muitas regras e coesa. Fui trabalhar para um banco, casei, tive uma vida dita normal. Entretanto a vida começou a correr mal, as empresas do meu pai foram por água abaixo, eu tive de me despedir do banco. Sempre fui bailarina, fiz pool dance… Comecei a trabalhar com alguns clientes que conhecia através do banco, de quem era gestora de conta. E a partir do momento em que uma mulher aceita deitar- -se por dinheiro… Eu vendo-me como acompanhante a quem precisa de mim. Mas há as que se vendem por uma viagem ao Dubai. Eu faço isto porque gosto, é evidente que também gosto do sexo. Não sou viciada em sexo, mas sim em seres humanos e em estudá-los. Claro que a vertente financeira é muito boa, não vou ser hipócrita. Foi a minha opção de vida. Fui para a Suíça e não parei mais. Eu percebi que tinha brilho e os homens gostam.

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Texto: Inês Borges e Ana Lúcia Sousa; Fotos: Arquivo Impala e DR 

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