Mónica Garcez E Paulo Oom
Aguardam o nascimento do segundo filho em comum

Famosos

Parto de Felipe está previsto para a véspera de Natal

Sex, 05/12/2014 - 00:00

Aos 48 anos, Paulo Oom prepara-se para ser pai pela terceira vez. O ator é pai de um rapaz, João, de 23 anos, de uma relação anterior, e com Mónica Garcez tem uma menina, Lia, de seis anos. O casal aguarda agora a chegada de um rapaz, que se vai chamar Felipe. O nascimento está previsto para dia 24 de dezembro, véspera de Natal. Fraldas, banhos e biberões não assustam Paulo Oom. “Não só não tenho qualquer problema com isso, como me dá um enorme prazer”, garante. 

 

VIP – Prepararam­-se para serem pais, o Paulo pela terceira vez e a Mónica vai viver a segunda experiência da maternidade. Como está a ser esta gravidez para ambos? Com mais serenidade e menos dúvidas?

Paulo Oom – As dúvidas são as questões que não podem ser respondidas agora: como é que ele vai ser? Vai correr tudo bem? Irá dar poucos problemas, como a irmã? E virá com a mesma saúde? A serenidade apenas é afetada pela quantidade de trabalho a que estamos sujeitos. Ao contrário do que aconteceu na altura do nascimento da Lia, neste momento a Mónica conseguiu abrandar o ritmo de trabalho. 

 

A Mónica tem vivido uma gravidez tranquila? Tem tido enjoos?

Mónica Garcez – Enjoos só mesmo no primeiro trimestre. Na primeira gravidez enjoei um dia! Tive de diminuir o meu ritmo de trabalho e fui substituída em dois espetáculos, mas continuei a dar aulas, formações e a fazer dobragens. Adoro estar grávida, sinto­-me sempre mais brilhante, bonita, é mesmo um “estado de… muita graça”. 

 

É comum as mulheres terem desejos durante a gravidez. Paulo, a Mónica alguma vez o fez sair de casa para ir comprar alguma coisa?

PO – Felizmente, os desejos mais prementes da Mónica prendem­-se com o meu colinho e isso eu posso dar­-lhe sem ter de sair de casa. Em termos alimentares, a gravidez da Lia teve muitos gelados e a do Felipe fica marcada pelo bacalhau!

 

A vossa filha, Lia, por ter seis anos, é quem está mais entusiasmada com a chegada do bebé? Ela pedia muito um irmão mais novo?

MG – Não sabemos se é a mais entusiasmada, mas está eufórica. Conta histórias e canta para o irmão, beija a barriga e faz-lhe festinhas. 

 

Sei que é um menino e que já têm nome escolhido. Qual é a razão da escolha? Foi difícil chegar a um consenso?

MG – Sim, é um menino. Não foi fácil, mas, uma vez escolhido, tudo fazia sentido. Chama­-se Felipe, com “e” e não com “i”. A minha família é de origem espanhola. Apesar de Felipe ser também o apelido do avô materno, a nossa família é um matriarcado absoluto. Gostamos de transmitir a força feminina do nosso sangue aguerrido. Felipe é aquele que “gosta de cavalos”, estamos no ano do cavalo de madeira, segundo o calendário chinês, e tudo indica que o nosso filho nascerá sobre o signo de Sagitário, metade homem e metade cavalo. 

 

Está previsto nascer em dezembro. Será o vosso presente de Natal?

MG ­– Está previsto nascer a 24 de dezembro, mas Felipe é nome de guerreiro e não de salvador. E, atendendo aos sinais de vitalidade e energia, acreditamos que nasça mais cedo. Um filho é sempre o melhor presente, em qualquer época do ano.  

 

Paulo, mudar a fralda ao bebé é uma tarefa com a qual se sente à vontade ou vai deixar mais para a Mónica?

PO ­– Fraldas, banhos, biberões, vacinas e tudo o resto… Sempre fiz tudo isso com os meus filhos. Não só não tenho qualquer problema em fazê­-lo como me dá um enorme prazer.

 

Foi um pai bastante jovem, pois tinha 25 anos quando nasceu o seu filho mais velho, o João. Agora, vai ser pai pela terceira vez aos 48. Não o assusta ser pai quase aos 50?

PO ­– Ser pai não me assusta! Assusta­-me mais pensar que se o meu filho João for pai com a minha idade vou ser avô aos 50!

 

Tem uma ligação ao universo infantil por dar voz a várias personagens conhecidas, como, por exemplo, Bugs Bunny, Gato das Botas ou o Pongo dos 101 Dálmatas. Isso dá­-lhe outras ferramentas para lidar com as crianças?

PO ­– Eu também aprendo com as crianças, especialmente com os meus filhos. Eles estão sempre na minha cabeça quando faço qualquer trabalho para essa faixa etária, seja uma dobragem ou qualquer um dos vários textos de teatro que já escrevi para as crianças. Atrevia­-me mesmo a afirmar o contrário: a maravilhosa relação que tive com os meus filhos deu­-me ferramentas especiais para trabalhar melhor para crianças.

 

Atualmente, o Paulo está com um projeto de teatro, Amor e Informação, da autora britânica Caryl Churchill. É no teatro que se sente em casa?

PO ­– O teatro é “O Teatro”! Nada bate o teatro! A comunicação direta com o público, sentir as suas reações, a respiração, aquele momento irrepetível! É tão bom que quase nem parece trabalho… E, no entanto, é tão exigente e tão difícil de fazer com que pareça que é fácil...

 

E para quando um regresso à televisão?

PO ­– Pois... não somos nós quem tem a resposta para essa pergunta. Esta é a nossa profissão e, dentro dela, trabalhamos em todas as suas vertentes; não temos vínculos de exclusividade com ninguém e a nossa única exigência é connosco próprios e com a qualidade do nosso trabalho. Abraçar um trabalho mais prolongado ou com maior visibilidade está apenas dependente de alguém de uma produção qualquer se virar para o lado e dizer: “Olha! Sabes quem é que era a pessoa perfeita para fazer isto?”. 

 

 

Texto: Helena Magna Costa; Fotos: Bruno Peres; Cabelo e maquilhagem: Ana Coelho com produtos Maybelline e L'Oréal Professionnel

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