O presidente colombiano, Juan Manuel Santos, foi o escolhido pelo Comité Nobel para o Nobel da Paz. A sua luta em prol do cessar-fogo entre o Governo do país e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) foi o grande motivo para a escolha.

 

O comité norueguês recebeu este ano um número recorde de candidaturas: 228 pessoas e 148 organizações.

 

O anterior galardão, em 2015, foi atribuído ao Quarteto para o Diálogo Nacional na Tunísia, grupo de organizações que permitiu salvaguardar a transição democrática na Tunísia, onde decorreram os primeiros protestos da Primavera Árabe, vaga revolucionária que abalou vários países do mundo árabe em 2011.

 

Já são conhecidos até ao momento os prémios Nobel da Medicina, atribuído ao japonês Yoshinori Ohsumi pela descoberta do mecanismo de autofagia celular; o Nobel da Física, que foi atribuído a David J. Thouless, e a F. Duncan, M. Haldane e J. Michael Kosterlitz pelas descobertas teóricas das transições da fase topológica e das fases topológicas da matéria; e o da Química, atribuído a Jean-Pierre Sauvage, J. Fraser Stoddart e Bernard L. Feringa pela "conceção de equipamentos de síntese molecular".

 

O próximos a serem conhecidos serão o Nobel da Economia (na próxima segunda-feira) e o da Literatura (no dia 13).

 

O prémio Nobel corresponde a uma recompensa de oito milhões de coroas suecas, o equivalente a cerca de 834.000 euros.

 

Fotos: Impala